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22/03/2012

Sociedades modernas

A abertura comercial cria riqueza para as sociedades satisfazerem as suas necessidades e promove o desenvolvimento económico ao passo que a construção de barreiras ao comércio deixa as pessoas e os países em piores condições.
Um país beneficia quando se especializa num bem ou serviço que consegue produzir com maior eficiência que posteriormente vai  trocar por outros bens e serviços que outros países produzem com melhor qualidade e a preço menor. Nestas condições, os países beneficiam de produção mais eficiente, mais escolhas para o consumidor e melhores bens e serviços a preços mais baixos.
Derrubar as barreiras governamentais ao comércio permitirá aos indivíduos aceder a um supermercado mundial na procura de alimentos, vestuário e bens variados, além dos serviços que formam a infra-estrutura da economia moderna, que vão desde finanças a telecomunicações, transporte e educação.
A concorrência também motiva as empresas a inovar, a encontrar novos processos e tecnologias de produção para servir melhor os clientes e aprofundar conhecimentos.  Por exemplo, com mercados abertos e oportunidades de exportação, o desenvolvimento de tecnologias da informação e de medicamentos avançados contribuiu, nos últimos anos, para o crescimento da indústria.
Por oposição a isto as barreiras à concorrência produz um efeito contrário e prejudicial: indústrias nacionais menos eficientes; custos mais elevados, qualidade pior e menos escolhas de bens e serviços; menos inovação e crescimento económico mais lento.
O comércio internacional é um importante motor de crescimento na economia mundial.
Para os países em desenvolvimento a chave é maximizar o potencial do comércio de bens e serviços de modo a torná-los capazes de alcançar um crescimento sustentável, o desenvolvimento, e a redução da pobreza.
Os países em desenvolvimento constituem um reservatório de procura que ainda não foi explorada pelos países desenvolvidos, isso poderia trazer efeitos benéficos para o bem estar das economias, dos consumidores, e dos negócios dos países desenvolvidos para além da expansão da economia mundial.
Os países desenvolvidos precisam de dar incentivos às suas empresas para encorajá-las a transferir tecnologia para os países em desenvolvimento para haver um aumento da capacidade produtiva e da competitividade. Mas estas medidas para os países em desenvolvimento dependem das políticas nacionais dos próprios países.


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