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23/12/2011

Limites e riscos da Ciência

Por muito que a ciência seja evoluída hoje em dia, esta apresenta vários limites. A ciência só visa o presente e talvez o futuro. Mesmo sendo-lhes possível, já que conseguem controlar os avanços científicos e mesmo definir limites para a exploração científica, os próprios cientistas não impõem tais limites. Mas já a sociedade discorda com isso e acha que é mesmo necessário que sejam impostos limites de modo a não ser prejudicada.
A ciência não é capaz de lidar com os termos de moralidade. A bioética (reflexão acerca das implicações éticas e filosóficas da investigação científica e dos problemas levantados pela aplicação da Ciência e da tecnologia ao estudo dos seres vivos) também tem procurado limites para a Ciência que possam ser aceitáveis, mas não foi fácil encontrar um critério para definir os mesmos. O critério mínimo aceitável tem sido a vida, o bem-estar e a dignidade do Homem, visto serem os valores mais importantes deste.
          Podemos colocar a seguinte questão: mas porque razão é tão importante impor limites à Ciência, afinal não tem permitido a evolução da Humanidade e não tem trazido vários benefícios? Sim, é verdade, mas se não fossem impostos limites, a Humanidade poderia também correr vários riscos.
          Por exemplo, com a evolução da Ciência foi possível criar bombas atómicas que, como já foi possível verificar, provocam a morte de milhares de pessoas. Ora, podemos considerar esta situação como um exemplo dos riscos da Ciência visto que a sua evolução pode resultar na morte de várias pessoas. Também permite-nos alertar para um outro risco: a Ciência pode não só ser utilizada para o benefício mas também contra a Humanidade.
Podemos dizer que a Ciência traz óptimos benefícios para a Humanidade,  e pode também trazer a desgraça para a mesma, provocando muitas mortes e quem sabe até guerra entre diversos países.
Também temos o caso do ecstasy (metilenodioximetanfetamina). Esta droga é feita em laboratorios e foi feita principalmente para os militares combaterem a fome e o sono. Mas ao longo do tempo foi ficando mais frequente em festas rave, boates, e casas noturnas.
Tomado sem controlo e de maneira a só servir para diversão, o ecstasy provoca: náuseas, desidratação, hipertermia, hiponatrémia e hipertensão. Foi feito de maneira a benefeciar alguns membros da sociedade, mas agora leva a exaustão, convulsões e mesmo a morte.


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